23/01/2012

Sobre Shigeru Umebayashi e outras coisas da arte.

Edú, Régis e eu conversávamos (gritávamos?) no dia do show da Zola sobre cinema e estava lhes contando o quanto gosto de cinema independente. Pode parecer um pouco arrogante da minha parte, mas o cinema chamado de arte é o que mais me emociona diretamente. Não que eu não goste de blockbuster, eu gosto, mas nos filmes menores, há sempre os detalhes, o silêncio, as cores, a música e os sentimentos me parecem mais intensos e verdadeiros.  Por exemplo, em Amor à Flor da Pele, há sempre uma música acompanhando cada cena e os diálogos que em qualquer outro filme seria dito de maneira comum, em Amor à Flor da Pele, ele é falado através dos tangos e boleros, cujos sentimentos são claramente sentidos pelo casal de protagonistas.
E ainda há a intensidade e beleza de Maggie Cheung, desfilando seus 46 vestidos em slow motion enquanto sua canção tema é tocada como se fôsse uma valsa e Shigeru Umebayashi, seu magnífico maestro.

9 comentários:

Edu disse...

A música é bem linda, do filme não sei dizer. Beijo.

Serginho Tavares disse...

me incomoda alguns filmes de arte por serem feitos com esta intenção e acaba soando muito artificial
não vi este filme ainda mas a julgar pela música parece mesmo muito bom

beijos

Ma disse...

Não vou muito com a cara de cinema mas quando vejo quase sempre é cinema de arte e produção independente.

Já assistiu koyanisqqatsi? Acho que vai gostar, hwhwhw

DPNN disse...

"me incomoda alguns filmes de arte por serem feitos com esta intenção e acaba soando muito artificial" [2]

"Amor à Flor da Pele" é sensacional, mas a mesma sensibilidade, sutileza, espaços, silêncios se encontram, acredite, no cinemão comercial de terror oriental que eu tanto amo!

Cores da Crise de meia idade! disse...

Quando a imagem encontra o som.......pra que palavras? Breath taking!!!

FOXX disse...

apesar de eu não conhecer quase nada de cinema, eu entendo o q vc quer dizer.

Reginaldo disse...

Preciso ver urgente este filme! a música eu conhecia, porém não tinha ideia que fazia parte do filme. ;-)

Lobo disse...

Pois é, cinema pra mim tem que ser uma coisa que me prenda, e eu tenho paciência pra tão pouca coisa... Filmes de ritmo lento, por exemplo, me entedia até a morte. E também não sou muito fã dos filmes independentes não. Poucos são os que eu gosto.

Beijo Wans!

Fred disse...

Não tenho a menor dúvida do amparo que vcs estão oferecendo aos amigos que inspiraram meu post. Abraços, querido!