Certas pessoas passam por nossas vidas sem nos afetar de qualquer maneira que seja, outras, fazem um enorme sentido para que elas signifiquem algo. São amigos que suas presenças acabam se tornando primordial para o bem estar dos outros. São os "novos" amigos que de tanta afinidade, é como se fôssem amigos de outros tempos. E aqui, ficamos pensando neles quando algo triste acontece. E desejamos que tudo se resolva e que fique mais fácil suportar . E que se precisar de qualquer coisa que seja, pode contar conosco e com os muitos amigos que você deve ter, porque pessoas como você, devem sempre estar rodeado de amor, amizade e carinho.
31/10/2011
27/10/2011
O homem e seu PAU.
Tava conversando com um amigo sobre broxar e me dei conta de que aos 34 anos eu já broxei mais do que gostaria. Lembro de ter uns 17 anos e estar na flor da minha adolescência e num determinado dia, não conseguir comer meu ex professor de física. Era natal, meus pais não estavam e o convidei a ir à minha casa. Chegando lá, ele estava com aquela bunda maravilhosa que eu já havia comido em outras ocasiões, mas que por algum motivo, não fazia meu pau endurecer. Tentei de tudo e nada do danado querer subir. Acho que resolvi então deixá-lo me masturbar, não me lembro direito (um homem só se lembra de quando broxa mesmo) e foi só isso. Mas esse acontecimento nunca chegou a me perturbar. E nem cheguei a pensar que poderia ser um problema, até o lance ter se repetido há quase 15 anos depois. Pois é, não faz muito tempo e eu novamente não consegui deixar meu pau ereto na hora de foder um dos michês que Melo e eu ficamos. Na minha cabeça, uma dúvida martelava, "como diabos fui broxar com um cara desse tamanho e com esse corpo?" Porra, já fui elogiado por muitos nesse departamento. Claro, posso não ser nenhum Rocco Sifredi, mas sempre consegui dar conta do recado. Acho que esse lance ficou tão gravado na minha cabeça que numa transa com Alexandre, no meio do sexo, meu pau começou a amolecer. Não falei nada pra ele e acabei ficando com mais dúvidas. Achava que o problema era completamente meu e que eu tinha que resolvê-lo. Foi então que resolvi experimentar o viagra. Imaginem a vergonha. Um garotão da minha idade comprando estimulante sexual. Pois então, fui à farmácia e um sujeito de uns 37 anos me perguntou sobre quantas milígramas eu queria, se era genérico, e o caralho. Lhe respondi que era a minha primeira vez e ele me ofereceu um de 50mm e disse para eu experimentar o genérico. O cara foi super atencioso e disse que depois que a Pfizer perdeu a patente, os valores caíram e muitos jovens estavam experimentando, ele inclusive. Levei pra casa uma caixa c/ 4. Um dos conselhos era: Não tomar de barriga cheia e tomar com uma hora de antecedência. Resolvi então usá-lo numa manhã de domingo, pois sempre gostei de transas matinais. Levantei, tomei um comprimido e voltei a dormir. Uma hora mais tarde, eis que acordo e ao perceber que Melo também se encontrava desperto, avancei louco para experimentar a pílula azul do prazer. Só que para meu azar total, Melo estava indisposto. Resultado: Tomei no cú! Tive que esperar uma outra ocasião. E o processo foi o mesmo. Porém, desta vez, Alexandre embarcou. E beijos aqui, carícias ali, chegou a hora dos finalmente. E foi phooooooda! Deixa eu explicar, o remédio não funciona como essas comédias adolescentes com tortas e que vai deixar você mijando no próprio rosto. Você precisa estar com vontade e ele apenas te ajuda com o resto. E a sensação é maravilhosa! Ele acaba ajudando a prolongar o momento do orgasmo . No meu caso, não precisaria impressionar ninguém, afinal, era com Alexandre que eu estava usando/ experimentando. No começo, não quis dizer a ele para não preocupá-lo com idéias de que "ele" era o problema, pois não era. probelmas resolvidos, mente limpa e agora o negócio é só pra cima e avante. Mas sei que no futuro voltará a acontecer, e também sei que o homem que eu amo irá entender.
E você já broxou? Já usou viagra?
25/10/2011
Classic Music
Quando Peter Gabriel surgiu, ele era voz do Genesis lá no comecinho dos anos 70. Poucas pessoas sabem disso, afinal, a banda só fez sucesso realmente através do pop trazido na voz de Phil Collins. Eu gosto dessa fase do Genesis, mas ainda prefiro a incomparável voz de Peter. Partindo em carreira solo, ele finalmente teve o prazer de ser conhecido no mundo todo quando Shock the Monkey se tornou hit. E com a era MTV, acabou se tornando referência vídeocliptica nos anos 80. Nos anos seguintes, virou ativista sobre os direitos humanos, compôs trilha sonora e acabou de lançar um cd orquestreado com suas músicas favoritas: New Blood. New Blood, vem com dois cds, o primeiro disco com as músicas orquestradas e o segundo, com as mesmas músicas, porém em versão instrumental. Confesso que antes de ouvi-lo, tava achando se tratar de um tremendo caça níquel. Porém, as canções escolhidas se transformaram em melodias lindas e prontas a serem redescobertas e apreciadas. Só achei que Peter poderia ter sido mais audacioso e acrescentado outros clássicos como I Have the Touch, Sledgehammer e Big Time, embora talvez tais canções, não funcionassem com orquestra. Já que então não podemos considerar New Blood um disco de novas, considere-o então como uma novidade "clássica" para seus ouvidos.
24/10/2011
I don't Like Mondays...
I know you like her
Well I like her too
I know she likes you
It's not as if I'm being sent off to War
There are worse things in this world
Well I like her too
I know she likes you
It's not as if I'm being sent off to War
There are worse things in this world
There's still room in my wooden horse for two
I was Jonathan to your David
You're still King
I was Jonathan to your David
You're still King
Well, I'd thought about her
I dreamed she'd come, I'd make my escape
I thought she liked me but somehow I was wrong
I know you don't want it this way
But it's O.K.
I dreamed she'd come, I'd make my escape
I thought she liked me but somehow I was wrong
I know you don't want it this way
But it's O.K.
It's not like we'll be parted
It's not like we'll never know love
It's not like we'll never know love
And she'll smile for you
She'll hold your hand
You'll be in love there's no other way
And I will make it some day
She'll hold your hand
You'll be in love there's no other way
And I will make it some day
I know you like her
Well I like her too
I know she likes you
It's not as if I'm being sent off to War
There are worse things in this world
Well I like her too
I know she likes you
It's not as if I'm being sent off to War
There are worse things in this world
There's still room in my wooden horse for two
I was Jonathan to your David
You're still King
I was Jonathan to your David
You're still King
Visions of love recollected
Have we ever been true?
I know that I have, it's time for you to go
It's all in the stones that you throw
I want you to know
Have we ever been true?
I know that I have, it's time for you to go
It's all in the stones that you throw
I want you to know
It's not like we'll be parted
It's not like we'll never know love
It's not like we'll never know love
And she'll smile for you
She'll hold your hand
You'll be in love there's no other way
She'll hold your hand
You'll be in love there's no other way
People say that
"We'll never change"
"We'll never change"
But I have
"We'll never change"
"We'll never change"
But I have
You and her in the local newspaper
You will be Married and you'll be gone
You will be Married and you'll be gone
Married and you'll be gone
21/10/2011
By Your Side
Ontem David, Melo e eu fomos ao show da diva Sade que aconteceu no ginásio do Ibirapuera. Confesso não ter achado o local escolhido digno de sua grandeza. Os bancos estilo auditório de campo de futebol e o formato circular do local me deixaram com uma sensação desconfortável, porém, foi apenas Sade entrar no palco ao som de Soldier of Love que meus temores se foram. Lindíssima ainda aos 52 anos e com uma voz que vagueia entre o poderoso e o aveludado, a cantora nos deixou felizes e com lágrimas nos olhos. Pela primeira vez no Brasil, ela conseguiu tocar desde músicas novas a todos os hits de sua carreira. E eu digo todos, sem exceção. A produção do show é lindíssima e os músicos que a acompanham, super competentes. Ouvir o sax de Smooth Operator acompanhado daquela deliciosa percussão não têm preço. E a mulher dança, seduz, conversa com o público, nos encanta e nos hipnotiza em cada gesto ou em cada reverência. E estávamos enlouquecidos. O ginásio lotado não conseguia se conter em lágrimas e declarações de amor por todos os lados. Era lindo de se ver. E o final veio para saciar nossa fome que há 30 anos esperou pela sua vinda com No Ordinary Love, seguida de "Pears" (hallelujah Sade, hallelujah), By Your Side e no bis, para finalizar a noite Cherish the Day. E saímos de lá com sorrisos nos rostos e a certeza de que valeu a pena esperar.
19/10/2011
Cinema à Flor da Pele.
Wong Kar-Wai é um grande diretor. Provavelmente o melhor diretor chinês em atividade. E mesmo que eu tenha um grande amor pelos filmes de Zhang Yimou, nenhum de seus filmes supera as cores que kar-Wai produz em suas películas.
Os filmes do diretor possui a beleza das cores (Um Beijo Roubado), o figurino das lindas atrizes (2046), a fotografia soberba, a maravilhosa trilha sonora tocada como se um corpo fôsse dedilhado (Amor à Flor da Pele), o charme “Clark Gable” de Tony Leung Chiu Wai (muso de Kar-Wai), a seleção das belas atrizes (2046), a sutileza da câmera deslizando pela mão escondida sob a luva, pela boca vermelha borrada por causa de um beijo de despedida, pelas lágrimas que escorrem nos olhos finos e sofríveis das mulheres, pela cena triste de dois homens dançando tango (Felizes Juntos)... Personagens que Wong Kar-Wai conhece tão bem e tão intensamente.
18/10/2011
A Falling Down Billy Brown
Vincent Gallo é ator, músico, artista plástico, fotógrafo, produtor, editor, ecritor, já foi modelo da Calvin Klein e é diretor de um dos filmes que eu mais gosto no mundo: Buffalo 66. Para quem nunca ouviu falar do cara, ele despertou curiosidade quando seu filme seguinte, também como diretor, fora considerado o pior filme no festival de Cannes de 2003. Na época, haviam críticas positivas e negativas e o que algumas pessoas não sabiam quando estava prestes a ser lançado comercialmente era que, a cópia mostrada no festival, era uma versão não acabada. O filme, é lindíssimo, possui uma trilha sonora maravilhosa, mas muitas pessoas só foram ao cinema para ver a famosa cena de sexo oral protagonizada por ele e Chloe Sevigny. Nessa época, o cara virou cult e veio até para o Festival Tim Festival de 2005. Naquele mesmo dia, em outro palco, Julian Casablancas tocava com seus Strokes. Eu, felizmente preferi vê-lo nessa apresentação para poucos. E foi lindo! E valeu cada segundo ouvir suas canções tristes, intimistas e experimentais que ccompunham seu personagem Billy Brown, o meu outro eu.
Para quem gosta de filmes tristes e independentes, eis AQUI o link para Download de Buffalo 66.
14/10/2011
Mais sobre o amor...
Elizabeth Fraser, como todos estão cansados de ler aqui no blog, é vocalista dos Cocteau Twins, e embora eu vá escrever sobre ela, queria que vocês não desistissem do texto, pois falarei sobre o amor.
Liz Fraser, foi casada com Robyn Guthrie, guitarrista e criador da banda no final dos anos 70. Sua relação com Robyn acabou se tornando o principal motivo para a ruptura dos Cocteau Twins. Na época do disco Four-Calendar Café (penúltimo), ela já não aguentava continuar com a banda e isso se devia principalmente ao vício de Robyn com as drogas. Inclusive, é nesse disco que percebemos o quão grande era seu sofrimento e as perguntas que ela se fazia nesse relacionamento. Em "Bluebeard" ela canta
"Are you the right man for me? Are you safe? Are you my friend?"
Liz, ainda lançou o último disco com os Cocteau Twins "Milk and Kisses" que pra mim é a obra prima que me apresentou Treasure Hiding, uma das músicas mais bonitas que já ouvi. Nessa época, ela já não estava mais com Robyn e havia conhecido o músico Jeff Buckley. Muito pouco se sabe sobre esse relacionamento. Simplesmente sabemos que foi algo intenso e maravilhoso. Assim como o mítico em relação à banda, e às interpretações que cada um sempre criou em torno das letras de Liz e sua linda voz. Então coloco-me aqui sobre como acredito ter sido esse relacionamento. Gosto de imaginar que os dois se encantaram com suas vozes e criaram algo inimaginável. Que estavam felizes e criando músicas e momentos que seriam só deles e que infelizmente durou pouco. Infelizmente no ano de 1997, Jeff Buckley morreu afogado em um afluente do Rio Mississipi. Nessa época, Liz gravava em Londres o disco Mezzanine do Massive Attack. Foi quando gravava "Teardrop" que ela ficou sabendo de sua morte. Pelo que se soube, ela ficou muito abalada e ficou anos em depressão. Com o tempo, caiu na internet um dueto dos dois de uma canção escrita por Buckley chamada "All Flowers in Time" onde no refrão eles dizem:
"All flowers in time bend towards the sun.
I know you say that there's no one for you
But here is one"
But here is one"
Se ouvir, com cuidado, perceberá que no começo da canção, Liz e Jeff riem. E gosto de pensar que eles se encontraram e que o amor brotava naquelas risadas e naquela lindíssima canção. Ela, infelizmente ficou irritada com o lançamento da música:
"Why do people have to hear everything? It's unfinished, you see. I don't want it to be heard."
Numa das raras entrevistas, fica um pouco no ar que ela talvez se sentisse culpada por não estar presente quando ele faleceu. Eu realmente não sei e não me importa uma tradução literal disso tudo. É como suas canções na banda. Basta que seja repleta de emoções, e o resto, eu guardo no meu coração.
Mas o motivo do post era para falar sobre o amor e eu poderia excluir todo esse texto acima, porém, queria contar um pouco da história de Liz e lhes dizer que não importa se você já conheceu o amor ou se ainda não foi escolhido. Não importa se hoje, você ama uma ou duas pessoas, o que importa é você se dar o direito de ser feliz. E se você não tentar ou se fechar com medo do sofrimento, então estará perdendo a oportunidade de aprender que sofrer é o verdadeiro caminho para se encontrar o amor. E esse caminho, só você pode trilhar.
13/10/2011
Abraçado ao meu João.
Hoje terminei de ler o livro de contos "Abraçado ao meu Rancor" de João Antonio. O escritor, nascido no interior de São Paulo, é o grande representante da marginalidade literária. Assim como Plínio Marcos, João Antonio escreve sobre a vida difícil dos guardadores de carro, empregadas, prostitutas, ladrões, jogadores de bicho, homossexuais e os demais marginalizados da sociedade paulista e carioca. Lendo o principal conto que por sinal dá nome a esse livro, podemos ver a familiaridade que o escritor têm com os bairros paulistanos, principalmente os que estão perto da boca do lixo. Percebe-se que o próprio João Antonio teve uma vida boêmia e sabia muito bem sobre o que estava escrevendo. Mas ler suas obras não é tarefa fácil. Dono de uma leitura dificílima, mas riquíssima nos linguajar da malandragem, suas obras são iniciadas com dificuldade, mas ao término de cada conto, você se apega à sensação de ter lido um gigante da literatura brasileira. Esse João faz parte de outros marginais que também me fizeram amante dessa literatura perdida e devassa como o outro João, o do Rio e daquele outro que além de maldito e ladrão também era homossexual. Esse um quase João, um Jean (Genet).
"Só pretendo ser do jeito que estou lá na certidão de nascimento. Senhorita Maria de Jesus, a que vai brilhar na noite do Bar e Boate Primor. Dama." João Antonio em Abraçado ao Meu Rancor.
11/10/2011
A Madâme de todos os góticos.
A boa notícia da semana passada foi a de que o lendário clube oitentista Madâme Satã será reaberto. A casa, que serviu de palco para shows e espaço underground para se dançar, foi fechado pelo CONTRU há alguns anos. Pelo que andam especulando, os novos responsáveis pelo lugar serão os mesmos que cuidam da noite indie paulistana: o DJ Club. Mesmo sabendo que não seria a mesma coisa e que os frequentadores também não seriam os mesmos, adoraria poder voltar ao local onde curti muita música boa com meus amigos e minha inseparável Alessandra. O Madâme Satã, era o tipo de balada que o povo ía para curtir e rever os amigos. O vinho (suave?) todos sabiam, era batizado, o banheiro tosquíssimo, a iluminação feita através de velas e ainda possuia uma jukebox onde as mesmas músicas eram tocadas over and over. As paredes negras davam um charme, afinal, era uma casa "gótica" e a pista de dança, ficava literalmente no porão do casarão. Porém, mesmo com alguns desses problemas, lá era o único local que eu ía para agitar X Mal, Cocteau Twins, Dead Can Dance, Bauhaus, David Bowie, Bel Canto e o que de mais legal existia no cenário musical dos anos 80 e 90.
Essa foi uma época em que a dúvida sobre minha sexualidade já não existia mais e uma época em que ser gay, pelo menos pra mim, era tão libertador quanto as letras das músicas escritas pelos meus ídolos.
10/10/2011
Notas Sobre um Escândalo.
No sábado, conversava com dois dos mais amados amigos sobre listas, músicas e filmes, quando mencionei uma cena do filme "Notas Sobre um Escândalo" com Cate Blanchett ao qual sou muito fã. Na cena em questão , ela está em um estúdio que fica no quintal de sua casa com seu amante de 15 anos, e ele pega um vinil na mão e a câmera focaliza Kaleidoscope (1980), de Siouxsie and the Banshees. Ele então pergunta:
É bom?
É um Clássico! Eles não ensinam nada para os jovens hoje em dia?
E ele tira o encarte de dentro da capa e olha a foto de Siouxsie Sioux e entrega à Cate.
Ela então olha para o encarte com nostalgia e tristeza e diz para si mesma:
"We all wanted to be her...."
E de fundo está rolando "Dizzy" que não faz parte daquele disco, pois só fora lançado em 2002, mas que deixou a cena lindíssima, pois nos faz lembrar de uma época em que queríamos ser como os nossos ídolos e nos vestir como eles, mas como bem sabemos, as coisas acabam não sendo como gostaríamos e só nos resta as canções e lembranças que marcou uma época.
Quem quiser ouvir a música é só clicar AQUI!
06/10/2011
War pain(t)
Raciocinem comigo, banda phoda e bombando no cenário musical com apenas quase dois anos de existência, tocando nos melhores festivais do mundo, e daí vem um produtor dos infernos, contrata as meninas parar vir ao Brasil pela primeira vez e sabe o que esse mesmo produtor faz? As coloca numa festa completamente fechada do canal Multishow. Provavelmente muitos convidados celebridade que nem conhecem a banda ou ouviram sequer uma música estarão bebendo gratuitamente e desfilando seus olhares blazé enquanto os verdadeiros fãs tentam a qualquer custo um par de ingressos para desfrutar de uma oportunidade que é ouvir a melhor banda do momento.
Quer saber de uma coisa? Eu não queria ir mesmo.
VÃO TOMAR NO OLHO DOS SEUS CÚS SEUS TOSCOS DO CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
05/10/2011
Pussy Control
Você, amigo viado e leitor desse blog. Mentalize uma mulher feia. Mas feia mesmo. Do tipo o cão. Cabelo ruim, magra, de andar largado, sem sex appeal algum, literalmente cega de um olho (gente, eu vou para o inferno, eu sei) e ainda usa um perfume desses Avon muito fortes que onde ela passa deixa clara sua presença. Captou, amiga leitora? Agora vou te contar a bomba da semana passada na empresa. Tá preparada? Tá sentada? Então sente-se porque a coisa é pesada. Pois então, ferramenteiro comeu.
Tá vendo essa pancada? Foi como me senti quando recebi a informação.
04/10/2011
Terra Chata.
Steven Spielberg é um cara chato! Fato. Seus filmes possuem um apelo familiar que a cada dia fica mais elevado e difícil de engolir. Em outrora, esses mesmos elementos eram colocados em tela de forma mais sutil, fazendo com que fôssem colocados em segundo plano como aconteceu em Tubarão. Ou em Contatos Imediatos do 3º Grau onde um pai se afasta da família por causa de uma obsessão, mas tem o contraponto da mãe desesperada para reaver o filho, sua única família. Com o tempo, ele foi ficando mais sentimental e politicamente correto. Agora Spielberg têm se aventurado na televisão. Duas de suas recentes aventuras como produtor executivo foi em Falling Skies e a novíssima Terra Nova, que vimos no último domingo. Não vou ficar explicando sobre do que se tratam as duas porque o google tá aí pra isso, mas escrevo para dizer que ambas são séries para a família. E são parecidíssimas. Embora uma trate de alienígenas e outra sobre a reconstrução de um planeta, o foco de ambas é a família. E daí, o negócio é só ladeira abaixo. Acrescente todos os clichês possíveis: família que precisa continuar unida, o patriarca bonitão, os filhos lindos e seus interesses românticos, a relação difícil de pai e filho, a colônia construída com a idéia da sobrevivência, a outra turma foragida que não concorda com as decisões do lado de cá e acabam criando um outra colônia, o filho menor e insuportável e daí carregue no drama e na música orquestrada quando quiser arrancar lágrimas do público. Porém, não quero tirar o mérito de seu trabalho, já que o homem fez clássicos como o já citado Tubarão, A Cor Púrpura, Encurralado, entre alguns outros. Assim como aconteceu com Falling Skies, vamos continuar assistindo para ver onde vai dar. Infelizmente o público americano precisa dessas relações com seus programas, mas eu ainda prefiro sua incursão em algo muito melhor e mais estranho, porém que não teve muita sorte em sua sobrevivência The United States of Tara. Essa sim uma série que valia a pena assistir
03/10/2011
You Know What I Mean (sis).
Sexta-feira passada, mais ou menos umas 15h00 recebo uma mensagem de David Xepa me convidando a ir à Cantho para o especial do ABBA. Primeiramente recusei porque não gosto dessa boate e não iria querer pagar R$ 20,00 de entrada. Mas ele me lembrou sobre a lista vip e havia me esquecido que na mesma manhã, havia recebido um email com a qual eu poderia entrar de graça. E lá fomos nós, Melo se recusou, pois estava cansado. David chegou em casa umas 22h30, fizemos um esquenta até às 23h30 e fomos cair no mundo, ou no melhor local gay de Sampa: o Arouche. Aguardamos um pouco na entrada para ver o movimento e resolvemos então arriscar. Demos de cara com uma pista vazia e algumas pessoas encostadas no bar. O motivo da calmaria da boate foi porque as pobres precisam entrar até a 1h00 para não pagar entrada, ou seja, só tinha as feias por ali com excessão de nós que somos dois modelos de perfeição, como diz meu amigo Richard. Pedimos nossos bons drink e ficamos analisando o local. Música dos anos 80 rolava de fundo e a gente se divertindo das nossas histórias e das roupas das gays ali presentes. E tome mais cachaça. E a casa foi enchendo e na pista, uma nova seleção de músicas, porém agora, anos 90. Pegamos mais bebidas e corremos para dançar. E daí pra frente dançamos a noite inteira. Nos perdemos, nos achamos e tome mais St. Remy, Caipirinha e Absolut. E começa então o show de Silvetty Montilla. Depois de um hiato sem vê-la no palco foi maravilhoso poder rir das palhaçadas da diva. Sim, porque Silvetty é uma diva gay. E então começa o especial do Abba. E cantamos em uníssono Mamma Mia, Gimme Gimme Gimme - A Man After Midnight (as bichinhas mais novas deveriam ter achado que iria rolar Hung Up), The Winner Takes It All, Voulez-Vous que pra mim foi o grande momento da noite, Dancing Queen e outras. Saí de lá rouco, cansado, bêbado e só posso dizer que, nossa noite terminou literalmente com os dois sentados num banco do Arouche, comendo Ana Maria enquanto deixávamos o álcool sair dos nossos corpos. Defintivamente uma noite para ser lembrada. E mais uma vez, a certeza de ter encontrado um grande amigo.
Assinar:
Postagens (Atom)










