31/08/2011

A Tormenta

Oh God, saiu.


884 Páginas e o destino das casas Stark, Lannister, Greyjoy e outras.

24/08/2011

The Walking Dead - A HQ

Quando meu amigo Márcio me indicou para ler Os Mortos Vivos há mais de 4 anos, nunca pensei se tratar de algo tão genial. Aqui no Brasil, haviam 2 edições lançadas sendo que cada uma continham 6 histórias. Para você ter uma idéia, lá fora, eles estão na edição de nº 90. E em todo esse tempo, raramente a qualidade dessas histórias decai. Aqui no Brasil, os quadrinhos são lançados pela HQ Maniacs que já provou toda falta de respeito com seus leitores. Edições chegaram a demorar anos para serem lançadas e até agora não saímos da 5ª. Sendo assim, quando fiz minha viagem no ano passado, resolvi comprar a versão em inglês e não ficar refém dessa palhaçada. Já com minha edição em mãos, a cada final de história, estava com sede de mais. E fui comprando à medida que saía la fora. E só melhora a cada arco. Personagens que a gente se apega morrem sem tempo para lamentações, afinal, os zumbis estão infectados ou os infecctados seriam todos nós os vivos? Será que estaríamos realmente vivos? Muitas dessas perguntas são lançadas e estou a espera de respostas. Minha edição "No Way Out" que contêm as histórias de 79 à 84  já fora encomendada e mal posso esperar para saber o desfecho daquelas pessoas presas dentro do condomínio.
Não quis falar muito mais porque sei que muita gente tá acompanhando a série e não quero estragar nenhuma surpresa, mas amanhã eu falo um pouco a respeito dessa adaptação.

23/08/2011

Autobosta.




Lá em meados dos anos 90, quando ainda não existia essa moda de reviver épocas, surgia o projeto Autobah. Esse projeto nasceu para festejar o que os anos 80 representou para muita gente tanto visual quanto musicalmente.  Cheguei a frenquenta-la por alguns anos e achava super bacana, porém, com o tempo, perdeu-se um pouco o brilho. Lembro de ter voltado em 2003 e perceber que o público ali era outro. Acabou se tornando um local para burgueses. Lá, você não podia entrar de boné e bermuda. Eles não queriam que o ambiente fôsse "sujo" com tais estilos. Seu público alvo eram principalmente héterossexuais com gosto "eclético". Os anos 80 que rola na festa e que seu público vai para dançar é aquele que fez sucesso nas rádios e telenovelas da época. Não que as músicas sejam ruins, pelo contrário, se tornaram hinos. Mas é que ir à uma balada e ouvir a mesma programação incansavelmente como se uma fita basf rolasse no toca fitas é difícil . Da última vez que estive lá, há mais ou menos 2 anos, não pude deixar de perceber que eram praticamente as mesmas canções de quando visitei há 6 anos. Eu sei que muitas pessoas aqui gostam dos clássicos e hits. Eu também gosto e já dancei muito, mas que tal colocar o disco no lado B? Não tenho mais saco para ir à uma balada e dançar Friday I'm in Love, Bizarre Love Triangle,  Tainded Love, Candy e Losing my Religion. Já que essas músicas eram tão incríveis e tão perfeitas, porque outras igualmente incríveis não são tocadas?  Posso estar sendo radical e até arrogante, mas acho que para uma época tão influente e rica musicalmente,  esses djs estão tocando como se estivessem na década errada.

19/08/2011

Porque hoje é sexta-feira...

Jamais me convidem a ir ao Autobahn (em breve post sobre o projeto) ou visitar essas festas chamadas Ploc, Trash 80 e afins. Se tem coisa que eu odeio são locais temáticos intitulados trash. Não venham me chamar para me divertir ao som de Sidney Magal, Roberto Leal, Rosana e coisas do tipo porque não rola. Música precisa ser apreciada e curtida. E sempre levei muito a sério. Portanto, como hoje é sexta-feira, é dia de música boa aqui no bewilde.

18/08/2011

Summer of Love

Saimon Chow, nascido em Hong Kong é um artista multimidea que fez um belo trabalho com uma série chamada "Summer of Love". Algumas pessoas se sentiram ofendidas dizendo que se tratava de uma obra que incita à zoofilia. Eu não vejo nada de errado com essas fotos. Vejo na verdade, amor. Adorei os traços empregado pelo artista e as cores de fundo. Na foto do lobo por exemplo, mesmo com seus olhos fechados, percebe-se um beijo apaixonado. Sem querer fazer polêmica sobre o assunto, os zoófilos sempre foram retratados como pessoas que sentem taras por animais, mas pelo pouco que tive conhecimento por leituras pela internet e sobre um documentário que Melo e eu vimos chamado Zoo, há algo ainda maior que isso. Não se fala apenas em amor físico e sim terno, carinhoso. Os zoófilos tratam esses animais com muito carinho e cuidado. Mas isso, é um assunto para um outro post.
 



 
 Caso queira ver mais de Saimon Chow, é só clicar AQUI.

17/08/2011

Junior

Acho que muitas pessoas aqui já sabem, mas para quem ainda não viu, na penúltima revista Junior, nº 30, Melo e eu saímos numa reportagem sobre casais gays que estão juntos há mais de 5 anos. Tudo começou como uma brincadeira, eu vi no site do Mixbrasil que eles estavam procurando homens com o perfil da reportagem e mandei meu email. Eles então responderam e um mês depois estávamos nas bancas. Para quem desconhece, a Junior é uma revista GLS sobre moda, comportamento e cultura feita pelo pessoal do Mixbrasil. A experiência foi divertida. Fomos no estúdio tirar as fotos, contamos nossa história e o resultado é esse abaixo. È só clicar na foto para ler nossa historinha.

16/08/2011

This is Planet Earth.

 
Pois é, e em menos de 24 horas todos os 18.000 ingressos para o badalado Festival Planeta Terra se esgotaram. Se foi o Strokes, os Vaccines (que acabaram saindo do festival logo depois) ou a banda de Liam Galagher (ex Oasis) quem conseguiu tal proeza, não sei, mas confesso que, embora goste bastante de Peter Bjorn and John e Strokes, nenhuma delas me fez querer gastar meu suado dinheiro na época de sua venda. Porém, há um mês anunciaram a vinda de Interpol, White Lies, Broken Social Scene e Goldfrapp. Porra, todo mundo que me conhece sabe que o Goldfrapp tá no meu top 5. Daí começou um pandemônio na minha vida. Uma correria geral atrás dos ingressos se instalou pelo Brasil. Acredito que o Interpol fora o culpado. Não boto muita fé que o Goldfrapp conseguiria arrastar multidões. Mas daí comecei  a procurar ingressos em todos os lugares e com todas as pessoas. Alguns estavam vendendo a R$ 1.000,00, outros 700,00. Eu quase paguei R$ 500,00 pelo Mercado Livre. Felizmente tive um pouco de paciência e consegui pagar na meia entrada R$ 250,00. Claro, comprei de cambista, embora o mesmo afirmasse que trabalhava com eventos. Eu não me importei. A vontade de ver Alison Goldfrapp no palco é tanta que arrisco qualquer coisa. 
Para pegar os ingressos foi um caso a parte, marquei de nos encontrarmos no metrô República. Local cheio de gente ao qual pedi para Melo me acompanhar. Chegando lá, uma mulher se aproximou, perguntou meu nome e me entregou os ingressos. Olhamos com cuidado e pude compará-lo com a foto do ingresso do meu amigo Reginaldo. Entreguei o dinheiro e ela colocou em seu bolso sem conferir. Nos despedimos e nunca mais nos vimos ou nos falamos. Confesso que só ficarei aliviado quando passar pelas catracas do festival e poder sentir aquela atmosfera incrível.
Quanto ao local do show, continua sendo o Playcenter. Ano passado foi bacana e não houve confusão. Cheguei as 16h00 e só fui embora as 4h00. Dá tempo de ver os shows, caso você tenha a sorte de não ter duas de suas bandas favoritas tocando ao mesmo tempo. Dá para curtir os brinquedos que geralmente estão vazios, beber cerveja, sentar para curtir o som ou pular até se acabar num dos palcos do festival. Eu realmente comprei pra ver o Goldfrapp, mas vai ser ótimo ver o Strokes, já que no ano que eles vieram, eu preferi ver o Vincent Gallo no extinto Tim Festival. Ainda vai rolar White Lies, Broken Social Scene,  o já comentado Peter Bjorn e John e irei ver pela segunda vez o Interpol. Definitivamente imperdível!

15/08/2011

Put the things back on the shelf .

Eu sempre procuro ter tempo para fazer as coisas que gosto e ficar atento às novidades musicais, cinema e tv. Confesso que Melo e eu estávamos alheios ao cinema por causa da falta de educação das pessoas. Mas estamos retomando em passos lentos esse delicioso hábito. Algumas pessoas se perguntam como consigo ver tanta coisa ao mesmo tempo e ainda ficar atento às novidades musicais. Eu costumo fazer o seguinte, ler um livro no metrô a caminho/volta do trabalho. Nesse trajeto, tenho ainda que pegar um ônibus, e nesse transporte, ouço música. Ao chegar em casa, tomo banho, janto, converso com Alexandre, vou ao computador e vamos ver alguma série, ou se não há nada que ele esteja vendo comigo, seleciono algo da minha lista e vou dormir às 22h30 min. 
Isso é o que anda tomando um pouco do meu tempo ultimamente.
 
Nos olhos - digitais:
 
Breaking Bad - 4ª temporada
The Hour -1ª temporada
Falling Skies - 1ª temporada
Wilfred - ª temporada
Web Therapy - ª temporada
Big Love - 5ª temporada
The Big C - 2ª temporada
True Blood - 4ª temporada
Friday Night Dinner - 1ª temporada (Indicação do Reginaldo)
Happy Endings - 1ª temporada (Indicação do Edú)
 
Nos ouvidos:
 
Beirut
Between the Cities are Stars
Lux
Moobeams
Washed Out
 
Nos olhos - letras:
 
Os Melhores Contos de Medo, Horror e Morte.
Três Sombras
Entre Nós (Contos sobre a homossexualidade)
 
Nos olhos - digitais:
 
Harry Potter e as Relíquias da Morte 2
Melancolia
 
Em breve:
 
Planeta dos Macacos - A Origem
Conan - O Bárbaro

12/08/2011

Porque hoje é sexta-feira...

Hoje, é sexta-feira, e para animar quem ainda tem pique para baladas, escolhi "Piano Fire" dos americanos do Sparklehorse. A canção tem participação de uma das minhas musas PJ Harvey. A banda era liderada por Mark Linkou que se suicidou em março de 2009. Porém antes de sua partida, ele compôs, com alguns amigos, um disco fodástico e digno de seu talento: Dark Night of the Soul com participações de David Lynch, Julian Casablanca e outros grandes músicos.  Infelizmente por causa de uma batalha judicial, Linkou não pôde ver sua obra sendo lançada. Fica aqui o reconhecimento.
 
Dá um play aí e bom final de semana pra ti que eu vou lá ver meu pai.
 

11/08/2011

Três Sombras


Existem HQ's que já nascem clássicas e acabam virando referências para a cultura pop como V de Vingança, Sandman e Watchmen. Mas também há outras HQs, porém, não tão ambiciosas quanto essas, mas que querem apenas contar uma boa história e emocionar o leitor.  Assim é o caso de Gen Pés Descalços, Os Leões de Bagdah e Aberrações no Coração da América. Três Sombras do francês Cyril Pedrosa também entra nessa categoria. A história fala de Joachim, um garoto de uns 5 anos que vive feliz com seus pais numa pequena casa, cercado de riachos e natureza até que um dia, três sombras surgem para levar Joachim embora. O pai, completamente apavorado com a idéia de perdê-lo, parte com o filho, numa fuga através de nevascas e mares para evitar essa separação.
Os traços de Cyril Pedrosa são belíssimos e muitos quadros, não possuem diálogos, já que os desenhos, mostram sentimentos difíceis de serem colocados em palavras. O texto nos mostra o amadurecimento de Joachim e sobre como sofremos com a possibilidade de perdermos alguém. Sem dúvida Três Sombras é a leitura do ano. Algo que ainda está na minha mente e que irá perdurar para sempre, assim como aqueles que amamos se vão mas que continuam nos nossos corações.
 
Caso queiram, há um trecho para ser lido AQUI! 
 


09/08/2011

My Treasure Hiding

E desde 16/05 que eu não escrevo nada aqui no blog. Como muitos já sabem, fiquei sem idéias e tesão para escrever. Algumas pessoas tinham contato diário comigo através do facebook, outros, pediam para eu voltar a postar. Finalmente meu post de retorno. E não poderia ser mais propício do que essa compilação de fotos com meus queridos amigos e pessoas que acompanham minha vida e o blog nesses quase dois anos de existência. Caso você não esteja aqui, quero que saiba que não é porque não me é querido e sim porque precisamos nos ver mais e quardar o momento para a posteridade. Vamos ver se "consertamos" isso ainda esse ano, não? 
Welcome Back!